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Agê Bottene

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8.10.1972

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Domingo, Janeiro 29, 2012



Anúncio de jornal que fiz para a Unimed-Limeira, em setembro de 1999, em homenagem ao Dia da Secretária.

Publicado por Agê em 14:08 > Comentaí:
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ROCK PROGRESSIVO: AS 25 MELHORES MÚSICAS DE TODOS OS TEMPOS
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11


O crítico musical Sean Murphy publicou no site Popmatters uma lista com as 25 melhores músicas de rock progressivo de todos os tempos. Murphy esclarece que, para os fins da relação, considerou apenas o período entre 1969 e 1979, a fase áurea do gênero. Confira a lista:

25. PINK FLOYD, “Atom Heart Mother Suite”
24. GENESIS, “Return Of The Giant Hogweed”
23. JUDAS PRIEST, “Epitaph”
22. RUSH, “Cygnus X-1, Book II: Hemispheres”
21. EMERSON, LAKE AND PALMER, “Pictures At An Exhibition”
20. KING CRIMSON, “Red”
19. PINK FLOYD, “Echoes”
18. RUSH, “Natural Science”
17. YES, “Heart Of The Sunrise”
16. JETHRO TULL, “Heavy Horses”
15. PINK FLOYD, “Dogs”
14. EMERSON, LAKE AND PALMER, “Tarkus”
13. KING CRIMSON, “Lizard”
12. GENESIS, “The Battle Of Epping Forest”
11. YES, “Awaken”
10. THE WHO, “Underture”
9. PINK FLOYD, “Time”
8. KING CRIMSON, “Larks Tongues In Aspic”
7. JETHRO TULL, “Thick As A Brick”
6. RUSH, “2112”
5. GENESIS, “Watcher Of The Skies”
4. YES, “Close To The Edge”
3. JETHRO TULL, “A Passion Play”
2. PINK FLOYD, “Shine On You Crazy Diamond”
1. KING CRIMSON, “In The Court Of The Crimson King”

Publicado por Agê em 14:05 > Comentaí:
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Sábado, Janeiro 28, 2012



Muito bons estes anúncios que a JWT do México criou, em abril de 2011, para divulgar a câmera traseira dos modelos Edge, Explorer e Lobo da Ford.

Publicado por Agê em 15:01 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 14:59 > Comentaí:
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Sexta-feira, Janeiro 27, 2012



Simples, objetivo e reflexivo esse anúncio que inglesa Rapp criou para a Unicef, em abril de 2011. É um soco na boca seguido de outro no estômago!

Publicado por Agê em 20:02 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 20:01 > Comentaí:
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Quarta-feira, Janeiro 25, 2012



Tá, a ideia e a direção de arte destes anúncios que a Y&R de Guaynabo, em Porto Rico, criou em novembro de 2010 para promover o video chat da T-Mobile podem até ser boas, mas o bom gosto passou longe. Que má impressão que dá olhar para essas cabeças sem corpo!

Publicado por Agê em 20:46 > Comentaí:
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GUITARRISTAS E VOCALISTAS: OS DEZ MELHORES ‘CASAMENTOS’
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11

A Ultimate Classic Rock publicou uma lista com as 10 melhores duplas de guitarrista e vocalista da história do rock, levando em conta o entrosamento entre ambos, tanto para compor músicas quanto para se apresentar nos palcos. Confira a relação, assinada por Spencer Kaufman:

10. Ozzy Osbourne & Tony Iommi (Black Sabbath)
9. Brian Johnson & Angus Young (AC/DC)
8. Freddie Mercury & Brian May (Queen)
7. Axl Rose & Slash (Guns N' Roses)
6. Steven Tyler & Joe Perry (Aerosmith)
5. David Lee Roth & Eddie Van Halen (Van Halen)
4. Bono Vox & The Edge (U2)
3. Roger Daltrey & Pete Townshend (The Who)
2. Robert Plant & Jimmy Page (Led Zeppelin)
1. Mick Jagger & Keith Richards (The Rolling Stones)

Publicado por Agê em 20:44 > Comentaí:
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Domingo, Janeiro 22, 2012



Anúncio de jornal em comemoração à Independência do Brasil que criei para a Unimed-Limeira, em setembro de 1999.

Publicado por Agê em 09:54 > Comentaí:
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OS 20 DISCOS SEMINAIS DO HARD ROCK
> Whiplash, Marcelo Spindola Bacha, fev.09

1. THE ALLMAN BROTHERS BAND – AT FILLMORE EAST (1971)
Um dos álbuns mais indicados como o melhor registro ao vivo de todos os tempos, AT FILLMORE EAST faz realmente jus a todos os elogios possíveis. Neste terceiro álbum da banda (que contém músicas do disco seguinte, EAT A PEACH), ainda com Duane Allman nas guitarras, acompanhado por Dickey Betts, encontramos jams memoráveis e versões estendidas de clássicos como “In Memory Of Elizabeth Reed” e “Whipping Post”, passeando por estilos distintos, como blues, hard rock e jazz. Apesar de fazer sucesso numa linha de rock “sulista” norteamericano mais ligado ao blues, a influência da banda no hard rock é inegável, principalmente devido ao estilo inovador dos arranjos de duas (ou até três) guitarras. Diversas edições do álbum foram lançadas, sendo a mais interessante o CD duplo THE FILLMORE CONCERTS, remasterizado e com diversos bônus, contabilizando quase o dobro de material em relação ao LP original.

2. BLACK SABBATH - PARANOID (1970)
Todos têm seu álbum preferido do Black Sabbath, geralmente um dos cinco primeiros, e qualquer um deles poderia estar representando a banda aqui. PARANOID reúne talvez o maior número de clássicos, como “War Pigs”, “Paranoid”, “Iron Man”, “Electric Funeral” e “Fairies Wear Boots”. O estilo original dos riffs de Tony Iommi, os vocais sui generis de Ozzy e a cozinha destruidora de Butler/Ward ainda irão influenciar bandas de rock por muitas gerações.

3. BLUE CHEER – VINCEBUS ERUPTUM (1968)
O Blue Cheer é frequentemente apontado como “a primeira banda de heavy metal”, talvez por serem motociclistas cabeludos, usuários assumidos de drogas (“blue cheer” era uma “marca” de ácido) e tocarem extremamente alto - chegaram a estourar o equipamento do estúdio durante a gravação do segundo álbum, OUTSIDE INSIDE, fazendo com que as sessões de gravação subsequentes fossem feitas ao ar livre. O grande destaque deste primeiro álbum é a pesadíssima versão de “Summertime Blues”, de Eddie Cochran. Exageros à parte, a banda produziu discos muito interessantes (seis álbuns, até 1971, descontando-se os álbuns de retorno dos anos 80 e 90), incorporando elementos psicodélicos ao hard rock mais cru do início da carreira.

4. CREAM – DISRAELI GEARS (1967)
Como o primeiro supergrupo “artificialmente montado” da história, o Cream reunia três músicos de currículos surpreendentes. Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker já haviam tocado (juntos ou separadamente) com alguns dos maiores nomes do R&B da época: Alexis Korner, Graham Bond, John Mayall e Manfred Mann, dentre outros. Gravado em New York em apenas três dias, nos modernos estúdios da Atlantic, DISRAELI GEARS, o segundo álbum da banda, era uma tentativa explícita da gravadora em investir na promissora imagem de Eric Clapton. É por isso que diversas composições de Bruce foram aproveitadas apenas em sua subsequente carreira solo. Até mesmo o compacto que precedeu o álbum continha apenas composições de Clapton: “Strange Brew” e “Tales Of Brave Ulysses”. Apesar de tudo, o compacto com a única composição assinada por ambos (“Sunshine Of Your Love”) se tornaria o mais vendido da história da Atlantic até então.

5. DEEP PURPLE – MADE IN JAPAN (1972)
“O melhor álbum ao vivo de todos os tempos!” Mas... outro? Bom, não importa, o fato é que MADE IN JAPAN é um velho preferido de muita gente, em todos os formatos e versões disponíveis. A mais completa é o CD triplo LIVE IN JAPAN, que traz praticamente a íntegra dos três shows originais, com exceção das versões de “Smoke On The Water” e “The Mule” do MADE IN JAPAN original e quatro faixas de bis (“Black Night” e “Lucille”, do segundo show, e “Black Night” e “Speed King”, do terceiro).

6. FREE – FIRE AND WATER (1970)
Formado em 1968, em plena explosão do blues inglês, o Free lança em pouco tempo seu primeiro álbum, TONS OF SOBS. Apesar da pouca idade dos músicos, todos já tinham experiência musical e o resultado foi excelente. Com um estilo original que misturava baladas, blues e belas melodias baseadas na guitarra de Paul Kossoff e na voz de Paul Rodgers, o Free atinge seu auge comercial em seu terceiro disco, FIRE AND WATER, que contém seu maior hit, “All Right Now”, um dos maiores hinos do rock. Mas a banda encerra, precocemente, suas atividades em 1972. Assim, Paul Rodgers e Simon Kirke (baterista) se juntam a Mick Ralph (ex-Mott The Hoople) e Boz Burrel (ex-King Crimson) para formar o Bad Company.

7. GRAND FUNK RAILROAD - E PLURIBUS FUNK (1972)
Apontado como a resposta norteamericana ao Led Zeppelin, o Grand Funk Railroad foi o primeiro power trio de hard rock a fazer sucesso nos Estados Unidos, tanto que a maior parte de seus álbuns até 1975 figurou no top ten norteamericano. E PLURIBUS FUNK, o quinto álbum de estúdio, fez sucesso tanto pela música quanto pela capa, em formato redondo (uma moeda). Os oito discos de estúdio até 1974 e os dois ao vivo trazem bom material, com aquele rock norteamericano inconfundível, direto e com muita energia. No disco SHININ’ ON (1974) a banda atinge seu pico comercial, graças à música “The Loco-Motion”, que foi o primeiro cover a atingir o primeiro posto nas paradas norteamericanas após a versão original também ter conseguido. Infelizmente, a partir daí a banda enveredou por um estilo mais pop e acessível, espantando os fãs e culminando no seu fim em 1976.

8. IRON BUTTERFLY - IN-A-GADDA-DA-VIDA (1968)
Um dos álbuns de maior sucesso da história do hard rock norteamericano, IN-A-GADDA-DA-VIDA, com todos os seus excessos, pode mesmo ser considerado “o hino de uma geração”. Composta pelo tecladista Doug Ingle, cabeça da banda, a faixa-título foi supostamente baseada numa missa africana que o guitarrista Erik Brann andava escutando na época. O resultado final, com os vocais guturais, a bateria tribal característica e os teclados fazendo a parte dos corais chamou tanto a atenção que todos os outros trabalhos da banda seriam solenemente ignorados. Alguns consideram o quarto álbum de estúdio, METAMORPHOSIS (1970), o mais bem acabado, mas todos os álbuns anteriores mantêm o mesmo bom nível.

9. JAMES GANG – RIDES AGAIN (1970)
Outra banda norteamericana imprescindível, o James Gang surgiu em 1967, mas gravou seu primeiro álbum (YER ALBUM) somente em 1969. No ano seguinte, a banda atingiria seu auge criativo com o clássico RIDES AGAIN. Extremamente criativo e misturando faixas de puro hard rock com passagens acústicas e arranjos bem construídos, o disco obteve razoável sucesso, com destaque absoluto para o talento de Joe Walsh, que tocava guitarra, teclado e cantava com extrema competência. Após mais dois ótimos discos (THIRDS e LIVE IN CONCERT, ambos de 1971), Walsh deixa a banda para iniciar sua carreira solo e logo em seguida escrever seu nome na história com o Eagles. Em 1974, é a vez de Tommy Bolin assumir o posto de guitarrista e gravar BANG e MIAMI, que apesar de interessantes não atingem o mesmo nível dos trabalhos iniciais da banda.

10. JEFF BECK GROUP - TRUTH (1968)
O primeiro de uma série incrível de álbuns solo que estabeleceram Jeff Beck como um dos melhores guitarristas de sua geração. Gravado em menos de uma semana e lançado em sequência a três compactos, o disco fez grande sucesso nos Estados Unidos, embora não tenha tido uma recepção calorosa na Inglaterra. Os destaques são “Shapes Of Things”, regravação de um antigo single dos Yardbirds, e “Beck’s Bolero”, a primeira faixa que Beck gravou solo - sua banda de apoio era Jimmy Page, John Paul Jones e Keith Moon - retirada do primeiro compacto do conjunto, HI HO SILVER LINING. Após o álbum seguinte, BECK-OLA, Rod Stewart e Ron Wood deixam a banda para formar o Faces e o Jeff Beck Group chega ao fim com um grave acidente automobilístico que deixaria Jeff fora de ação por longos 18 meses.

11. JIMI HENDRIX – ARE YOU EXPERIENCED? (1967)
É uma tarefa quase impossível falar da importância de Jimi Hendrix sem ser trivial ou repetitivo. Todos os seus álbuns tiveram alguma faceta criativa em especial, mas o primeiro foi provavelmente o de maior impacto. Gravado ao longo de seis meses entre diversas excursões entre a América e a Europa, ARE YOU EXPERIENCED? logo estourou nas paradas. Curiosamente, a edição inglesa (que só saiu do número um das paradas quando os Beatles lançaram SGT. PEPPERS LONELY HEARTS CLUB BAND) deixava de fora os hits anteriores, “Purple Haze”, “The Wind Cries Mary” e “Hey Joe”, devidamente incorporados à versão norteamericana do álbum.

12. LED ZEPPELIN – LED ZEPPELIN II (1969)
Tal qual ocorre com o Black Sabbath, todos guardam seu disco predileto do Led Zeppelin no coração. As opções são muitas, mais ainda se levarmos em conta a inimaginável quantidade de bootlegs lançados ao longo dos anos. O segundo álbum é sem dúvida um dos maiores e mais influentes trabalhos do hard rock de todos os tempos, recheado de clássicos do início ao fim. Poderia até mesmo, quem sabe, ser uma unanimidade total, se incluísse, por exemplo, “Since I’ve Been Loving You”, do álbum seguinte – um dos mais geniais blues em tom menor da história do hard rock!

13. MOUNTAIN - CLIMBING! (1970)
Criado em New York pelo guitarrista Leslie West e o produtor (e baixista) Felix Pappalardi, o Mountain estreou em grande estilo já no Festival de Woodstock, e, logo em seguida, gravou seu primeiro álbum, CLIMBING!. Os riffs de guitarra e a voz inconfundível de West aliados às melodias delicadas de Pappalardi, mais a colaboração de Corky Laing (bateria) e Steve Knight (teclado) tornaram muitas músicas verdadeiros clássicos do rock, como “Mississippi Queen” e a versão de “Theme For An Imaginary Western”, de Jack Bruce. Após outros discos de sucesso, como NANTUCKET SLEIGHRIDE e FLOWERS OF EVIL, a banda começou a perder o pique, tanto que West e Laing gravaram três álbuns com Jack Bruce (destaque para WHY DONTCHA, de 1972) antes do Mountain lançar seu último álbum, o fraco AVALANCHE (1974).

14. RAINBOW – ON STAGE (1977)
O supergrupo formado por Ritchie Blackmore após sua saída do Deep Purple foi responsável, junto com o UFO de Michael Schenker, por algumas das melhores performances da segunda metade dos anos 70. Com um repertório baseado no excelente primeiro disco de estúdio, ON STAGE traz Blackmore, Dio, Cozy Powell, Jimmy Bain e Tony Carey no auge da forma, tornando-o um rival à altura do MADE IN JAPAN (do Deep Purple) em qualidade musical, execução e registro. Pena que a partir do disco DOWN TO EARTH (1979) as constantes mudanças na formação da banda resultaram em discos lamentáveis, passagens embaraçosas e músicos muito aquém dos velhos dias de glória dos anos 70.

15. STEPPENWOLF - STEPPENWOLF (1968)
Para muitos, o Steppenwolf não passa de “Born To Be Wild”, mas a banda lançou bons discos (dentre os oito) em sua breve existência, de 1968 a 1971. Quem gosta de um, dificilmente não gosta dos outros, tamanho o equilíbrio. Contudo, o primeiro álbum se sobressai pelo excelente repertório e pela execução vigorosa. Além de “Born To Be Wild”, o disco tem outros clássicos da banda, como “Sookie Sookie”, “The Ostrich”, “Hootchie Kootchie Man” e “The Pusher”.

16. UFO – STRANGERS IN THE NIGHT (1978)
Gravado durante uma extensa turnê pelos Estados Unidos, STRANGERS IN THE NIGHT é um marco na discografia do UFO. O disco registra a melhor fase da banda, logo após o lançamento de LIGHTS OUT (1977), com o tecladista Paul Raymond integrado à banda e antes do guitarrista Michael Schenker abandonar a banda pela primeira vez. O repertório é uma sucessão de clássicos - “Doctor Doctor”, “Rock Bottom”, “Lights Out”, “Love To Love” e “Too Hot To Handle”, entre outros - tocados com uma energia incrível e eletrizante, em versões infinitamente superiores às gravações em estúdio. Não é à toa que os fãs insistem em afirmar que este é “o melhor álbum ao vivo de todos os tempos”. Exageros à parte, os solos incríveis de Michael Schenker e o vocal firme e característico de Phil Mogg consolidaram um estilo de hard rock que se tornaria referência para muitas bandas de heavy metal a partir dos anos 80.

17. URIAH HEEP – DEMONS AND WIZARDS (1972)
O ano de 1971 foi um marco na carreira do Uriah Heep. Após o lançamento de LOOK AT YOURSELF, sucesso na Inglaterra e nos Estados Unidos, a banda montou sua formação clássica, responsável pelos seus melhores álbuns: David Byron (vocais), Mick Box (guitarra), Ken Hensley (teclado), Lee Kerslake (bateria) e Gary Thain (baixo). DEMONS AND WIZARDS, gravado no início do ano seguinte, foi o primeiro e mais criativo destes álbuns. Como as músicas se referiam a temas fantásticos, o ilustrador Roger Dean foi contratado para criar a capa do álbum, encarregando-se também do álbum seguinte, THE MAGICIAN’S BIRTHDAY. O disco fez muito sucesso nos Estados Unidos e decolou nas paradas graças à combinação dos teclados virtuosos de Hensley, a bela e poderosa voz de Byron e ao baixo nervoso e onipresente de Gary Thain, considerado um dos melhores baixistas de hard rock da história.

18. VANILLA FUDGE - RENAISSANCE (1968)
Influência para várias grandes bandas do início dos anos 70, o Vanilla Fudge começou sua carreira em 1967, com uma versão de “You Keep Me Hanging On” (The Supremes) que se tornou hit imediato. Após dois álbuns bem sucedidos, a ponto de ser apontado pela crítica como o sucessor dos Beatles, o Vanilla Fudge grava RENAISSANCE, que marca seu amadurecimento musical, com composições próprias, longas e trabalhadas, inaugurando o estilo de hard rock baseado no órgão Hammond e no virtuosismo instrumental. Após o fim da banda, Carmine Appice (baterista) e Tim Bogert (baixista) continuaram juntos por um tempo, gravando ótimos álbuns com o Cactus e com Jeff Beck, no supergrupo Beck, Bogert & Appice.

19. THE WHO – WHO’S NEXT (1971)
Depois do sucesso de TOMMY, o grande projeto conceitual de Pete Townshend era LIFEHOUSE, uma história de ficção científica totalmente megalomaníaca, que envolvia um álbum duplo, um filme, apresentações teatrais e concertos gigantescos. Como a ideia mostrou-se inviável e os demais integrantes do The Who estavam cansados de esperar Pete Townshend completar o roteiro e explicar o conceito do disco para todos, o produtor Glyn Johns fez uma seleção com as músicas já finalizadas e apresentou-a à banda. O resultado foi WHO’S NEXT, apontado como o melhor e mais equilibrado álbum da fase hard rock da banda. Apesar de descartar a proposta conceitual, o repertório do finado LIFEHOUSE trazia a banda no auge de seu processo criativo.

20. WISHBONE ASH - ARGUS (1972)
O último disco desta lista (devido à ordem alfabetica das bandas) é provavelmente um dos melhores álbuns de todos os tempos. Destaque absoluto na excelente discografia da banda, que também inclui discos essenciais como PILGRIMAGE (1971) e THERE’S THE RUB (1974), ARGUS é resultado de um surto de criatividade poucas vezes igualado na história do rock. São sete faixas impecáveis, com arranjos belíssimos de duas guitarras, que se tornaram influência para muitas bandas de heavy metal dos anos 80, como Iron Maiden, por exemplo. Unanimidade para crítica e público, ARGUS foi eleito o melhor álbum de 1972, batendo discos como MACHINE HEAD, do Deep Purple, e THICK AS A BRICK, do Jethro Tull. Passeando sempre entre o hard rock e o rock progressivo, músicas como “Sometime World”, “The King Will Come”, “Warrior” e “Throw Down The Sword” são testemunhos da época mais rica e criativa do rock inglês.

Publicado por Agê em 09:36 > Comentaí:
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Sábado, Janeiro 21, 2012



Dá pra acreditar que esses ilustradíssimos anúncios que a finlandesa Hasan & Partners criou são para o jornal diário Helsingin Sanomat? A ideia era apresentar uma assinatura do jornal como um duradouro presente de casamento ou formatura, por exemplo.

Publicado por Agê em 14:42 > Comentaí:
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QUAIS BANDAS DE METAL FAZEM MAIS FALTA?
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11

A autora especializada em heavy metal, Katie Parsons, publicou no site NME uma lista das extintas bandas de metal que, em sua visão pessoal, mais fazem falta nos dias atuais. Confira a relação abaixo - esclarecendo que a classificação “metal”, atribuída às bandas escolhidas, consta no texto original:

1. LED ZEPPELIN (1968–1980)
2. PANTERA (1981-2003)
3. REFUSED (1991–1998)
4. NIRVANA (1987–1994)
5. SILVERCHAIR (1992– 2011)
6. TYPE O NEGATIVE (1989–2010)
7. SIKTH (1999–2008)
8. REUBEN (1998–2008)
9. THE GHOST OF A THOUSAND (2004–2011)
10. JOHNNY TRUANT (2002–2008)

Publicado por Agê em 14:40 > Comentaí:
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Sexta-feira, Janeiro 20, 2012



Parece que os indianos também gostam de uma boa dose de humor na propaganda. Sacassó esses anúncios que a DDB Mudra Group criou para o analgésico Stopache, que combate dores de cabeça de qualquer tamanho.

Publicado por Agê em 20:34 > Comentaí:
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ALGUNS DOS MAIORES POWER TRIOS DA HISTÓRIA DO ROCK
> Whiplash, Matheus Nunes, mai.11

Esse artigo foi publicado originalmente no www.zezumbi.com.br e foi adaptado para aparecer aqui no Whiplash. Esse post não era para ter um formato de lista, mas no final eu tive que listar as cinco bandas mais notáveis com a formação mais rock’n’roll do rock: o power trio.

O power trio tem suas origens no blues, pois artistas como Muddy Waters não precisavam de mais que um baixista e um baterista para acompanhá-lo. Nos anos 60, The Jimi Hendrix Experience, Cream, Blue Cheer e Grand Funk Railroad popularizaram esse tipo de formação e mudaram toda a forma de compor do rock.
Bandas como Black Sabbath, Led Zeppelin, The Who e muitas outras utilizavam o conceito de power trio (guitarra,baixo e bateria), porém tinham um músico a mais: o vocalista. Outras bandas utilizavam em suas formações o orgão elétrico, como Atomic Rooster (que também tinha vocalista) e Emerson Lake & Palmer.
No Brasil, acredito que o Patrulha do Espaço seja o power trio mais famoso.
No final das contas, eu fiz essa lista para mostrar-lhes os mais notáveis power trios. Lembrando que não foi apenas nos anos 60 que bandas como essas fizeram sucesso. ZZ Top, Meat Puppets, The Police, Budgie, Mountain, Stevie Ray Vaughan e, mais recentemente, Them Crooked Vultures, se destacaram entre os muitos power trios da história do rock.
Portanto, essa lista não tem como objetivo escolher os melhores power trios do rock, mas, cá entre nós, esse negócio de bandinhas escrotas como Green Day serem chamadas de power trio é babaquice. Enfim, vamos falar de música de verdade...

> RUSH > O Rush saiu lá do Canadá no final dos anos 60 para mostrar ao mundo que um trio pode fazer muito mais do que se espera deles. Em suas composições, a banda utiliza teclado, guitarra, violão, baixo e uma bateria muito bem equipada. Há quem diga que Geddy Lee tem uma voz esquisita, mas eu acho que se encaixa muito bem no conjunto final da obra.

> THE JIMI HENDRIX EXPERIENCE > Alucinados e emocionantes. Acho que essa é a melhor descrição para essa banda, pois todos preenchiam muito bem o seu espaço, além de contar com uma das figuras mais marcantes da música: Jimi Hendrix. Essa banda mostra o que é talento e sentimentalismo em músicas incríveis.

> CREAM > Esses caras são muito bons. Jack Bruce no baixo e vocal, Ginger Baker nas baquetas e Eric Clapton na guitarra. Além de ser um dos melhores power trios já formados, é um dos maiores supergrupos que já deram à humanidade o prazer de exisitir.

> EMERSON LAKE & PALMER > O power trio mais punheteiro da história do rock! Esses caras eram ótimos músicos, ninguém discorda, mas eles realmente queriam provar isso para todo mundo em todas as suas músicas. Não vou dizer que o resultado era ruim, afinal, essa banda contribuiu muito para a história do rock e seu som será lembrado por muito tempo.

> MOTÖRHEAD > Tá, eu sei, o Motörhead, durante alguns anos, teve a companhia do Würzel como segundo guitarrista, mas tanto a formação clássica quanto a formação atual são compostas por um trio. Eu considero a formação atual melhor do que a formação clássica, mas isso causa muita discórdia.

Putz! Eu nem falei nada do Sir Lord Baltimore...

Publicado por Agê em 20:30 > Comentaí:
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Quinta-feira, Janeiro 19, 2012



Muitíssimo criativos esses anúncios que a Leo Burnett Iberia, de Madri, na Espanha, criou em dezembro de 2010 para o produto de higiene e limpeza Bounce, que deve ser colocado junto com as roupas na lavadora para eliminar a estática nos tecidos.

Publicado por Agê em 20:41 > Comentaí:
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OS 10 MAIORES BATERISTAS DE TODOS OS TEMPOS
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11

Mais uma lista publicada pela Gibson: os 10 maiores bateristas de todos os tempos, relacionados por Anne Erickson.

1. John Bonham (Led Zeppelin)
2. Neal Peart (Rush)
3. Keith Moon (The Who)
4. Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters, Them Crooked Vultures)
5. Lars Ulrich (Metallica)
6. Mike Portnoy (Dream Theater)
7. Ginger Baker (Cream)
8. Josh Freese (A Perfect Circle, Devo, Nine Inch Nails)
9. Stewart Copeland (The Policem Oysterhead)
10. Ringo Starr (The Beatles)

Publicado por Agê em 20:39 > Comentaí:
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Domingo, Janeiro 15, 2012



Filipetinha sobre a VI Semana Unimediana junto com a III Semana da Qualidade que criei para a Unimed-Limeira, em setembro de 1999, quando integrava a equipe de criação da extinta Raph Comunicações.

Publicado por Agê em 09:32 > Comentaí:
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O SEGREDO DE RAUL
> Max Gehringer

Durante minha vida profissional eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade.
Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul, nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.
Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma.
E o resto de nós passou meio na carona do Pena que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?
Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite, porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável: ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: ‘Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo.’
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele.

'Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.'

Amigos, vocês já devem ter cruzado com pessoas assim, mas prestem atenção, eles realmente não fazem questão de serem notados...

Publicado por Agê em 09:30 > Comentaí:
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Sábado, Janeiro 14, 2012



É tão difícil encontrarmos amostras da propaganda russa em websites do gênero que não tive como evitar a divulgação destes anúncios que a agência Apostol Media criou, em maio, para promover um concurso especial da loteria no país. Nada de extraordinário, mas também não foge ao que estamos acostumados a ver em outras praias por aí. Vale o registro histórico.

Publicado por Agê em 15:55 > Comentaí:
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AS 50 MÚSICAS MAIS PESADAS DO ROCK (ANTES DO BLACK SABBATH)
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11

Com os olhos voltados à pré-história do heavy metal, a revista Guitar World publicou uma lista com as 50 músicas mais pesadas do rock antes do advento do BLACK SABBATH, em seu álbum de estreia, em 1970. Confira a relação, elaborada por Josh Hart e Damian Fanelli:

50. THE TROGGS, "Wild Thing" (1966)
49. THE YARDBIRDS, “Happenings 10 Years Time Ago” (1966)
48. THE WHO, "My Generation" (1965)
47. COVEN, "Pact With Lucifer" (1969)
46. THE GUESS WHO, “American Woman” (1970)
45. PINK FLOYD, "Interstellar Overdrive" (1967)
44. THE COUNT FIVE, "Psychotic Reaction" (1966)
43. THE WAILERS, “Out Of Our Tree” (1966)
42. SAM GOPAL, "Season Of The Witch" (1969)
41. CREAM, "Sunshine Of Your Love" (1967)
40. THE KINKS, "You Really Got Me" (1964)
39. DRAGONFLY, “Blue Monday” (1968)
38. CAPTAIN BEEFHEART, “Diddy Wah Diddy” (1966)
37. BUNKER HILL, “The Girl Can’t Dance” (1963)
36. CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL, “Fortunate Son” (1969)
35. HUMBLE PIE, "Desperation" (1969)
34. THE BEATLES, “I Want You (She’s So Heavy)” (1969)
33. ARZACHEL, "Leg" (1969)
32. TEN YEARS AFTER, "Bad Scene" (1969)
31. LED ZEPPELIN, "Whole Lotta Love" (1969)
30. JIMI HENDRIX, "Purple Haze" (1967)
29. IRON BUTTERFLY, "In-A-Gadda-Da-Vida" (1968)
28. VANILLA FUDGE, "You Keep Me Hangin’ On" (1967)
27. BLACK WIDOW, "Come To The Sabbat!" (1969)
26. THE SONICS, “The Witch” (1965)
25. ANDROMEDA, "Keep Out ’Cos I’m Dying" (1969)
24. VELVET HAZE, "Last Day On Earth" (1967)
23. THE KINKS, "All Day And All Of The Night" (1964)
22. THE CRAZY WORLD OF ARTHUR BROWN, "Fire" (1968)
21. STEPPENWOLF, "Born To Be Wild" (1967)
20. LED ZEPPELIN, "Communication Breakdown" (1969)
19. BLUE CHEER, "Summertime Blues" (1968)
18. STONE GARDEN, "Oceans Inside Me" (1969)
17. CREAM, "Tales Of Brave Ulysses" (1967)
16. KING CRIMSON, "21st Century Schizoid Man" (1969)
15. SCREAMIN’ JAY HAWKINS, “I Put A Spell On You" (1956)
14. DEEP PURPLE, "Wring That Neck" (1968)
13. VALHALLA, “Hard Times” (1969)
12. THE STOOGES, “I Wanna Be Your Dog” (1969)
11. THE 31 FLAVORS, "Distortions Of Darkness" (1969)
10. THE JIMI HENDRIX EXPERIENCE, "Voodoo Child (Slight Return)" (1968)
09. CROMAGNON, "Caledonia" (1969)
08. THE BEATLES, "Helter Skelter" (1968)
07. JACULA, “Triumphatus Sad” (1969)
06. BITTER CREEK, "Plastic Thunder" (1967)
05. EDGAR BROUGHTON BAND, "Evil" (1969)
04. PINK FLOYD, "The Nile Song" (1969)
03. HIGH TIDE, "Death Warmed Up" (1969)
02. MC5, "Kick Out The Jams" (1969)
01. LED ZEPPELIN, "Dazed And Confused" (1969)

Publicado por Agê em 15:53 > Comentaí:
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Sexta-feira, Janeiro 13, 2012



Muito engraçados esses anúncios que a Young & Rubicam de Paris, na França, criou para o ETAP Hotel. O tom pastelão da direção de arte pode até parecer forçado, mas caiu como uma luva no conceito bem humorado das peças.

Publicado por Agê em 20:18 > Comentaí:
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AS MELHORES DUPLAS DE GUITARRISTAS SEGUNDO A CLASSIC ROCK MAGAZINE
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11

Os duos de guitarra, nas palavras do crítico de música Matthew Wilkening (Ultimate Classic Rock), seriam "a melhor coisa que aconteceu ao rock desde a invenção da guitarra". Confira a relação dos 10 melhores duos de todos os tempos, segundo a revista:

1. Keith Richards & Brian Jones (The Rolling Stones)
2. Joe Perry & Brad Whitford (Aerosmith)
3. Angus Young & Malcolm Young (AC/DC)
4. James Hetfield & Kirk Hammet (Metallica)
5. Duane Allman & Dickey Betts / Warren Haynes & Derek Trucks (The Allman Brothers Band)
6. Slash & Izzy Stradlin (Guns N’ Roses)
7. Neil Young & Danny Whitten (Neil Young & Crazy Horse)
8. Stone Gossard & Mike McCready (Pearl Jam)
9. Eric Clapton & Duane Allman (Derek & The Dominoes)
10. Glenn Tipton & K.K. Downing (Judas Priest)

Publicado por Agê em 20:16 > Comentaí:
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Quinta-feira, Janeiro 12, 2012



Ducarái esse anúncios que a Saatchi & Saatchi de Bucareste, na Romênia, criou para o Greenpeace, em março de 2011. O tema é o temível aquecimento global e a ideia de utilizar leques como gráficos foi perfeita. Estes, com certeza, eu gostaria de ter feito.

Publicado por Agê em 20:35 > Comentaí:
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OS 50 MELHORES COVERS DA HISTÓRIA DO ROCK
> Whiplash, Otávio Fernandes, mai.11

Várias das músicas mais consagradas da história do rock são covers. Em homenagem aos artistas que não compuseram as músicas, mas conseguiram gravar versões definitivas, o site da Gibson publicou uma lista com os 50 melhores covers de todos os tempos. Confira a relação abaixo, em ordem decrescente:

50. “A Day In The Life”, JEFF BECK (THE BEATLES)
49. “Suzie Q”, CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL (DALE HAWKINS)
48. “Money (That’s What I Want)”, THE BEATLES (BARRETT STRONG)
47. “Monkey Man”, THE SPECIALS (TOOTS & THE MAYTALS)
46. “Sorrow”, DAVID BOWIE (THE MCCOYS, THE MERSEYS)
45. “Sabbra Cadabra”, METALLICA (BLACK SABBATH)
44. “Blueberry Hill”, FATS DOMINO (SAMMY KAYE ORCHESTRA, GLENN MILLER AND HIS ORCHESTRA)
43. “Absolutely Sweet Marie”, JASON AND THE SCORCHERS (BOB DYLAN)
42. “Blue Bayou”, LINDA RONSTADT (ROY ORBISON)
41. “Rusty Cage”, JOHNNY CASH (SOUNDGARDEN)
40. “How High The Moon”, LES PAUL AND MARY FORD (BENNY GOODMAN)
39. “You Shook Me”, LED ZEPPELIN (MUDDY WATERS)
38. “(I Can’t Get No) Satisfaction”, OTIS REDDING (THE ROLLING STONES)
37. “You’ll Never Walk Alone”, GERRY AND THE PACEMAKERS (ROGERS AND HAMMERSTEIN FROM CAROUSEL)
36. “Gloria”, PATTI SMITH (THEM)
35. “Come Together”, AEROSMITH (THE BEATLES)
34. “American Woman”, LENNY KRAVITZ (THE GUESS WHO)
33. “Oh, Pretty Woman”, VAN HALEN (ROY ORBISON)
32. “Rockin’ In The Free World”, PEARL JAM (NEIL YOUNG)
31. “That’s All Right”, ELVIS PRESLEY (ARTHUR “BIG BOY” CRUDUP)
30. “Blinded By The Light”, MANFRED MANN’S EARTH BAND (BRUCE SPRINGSTEEN)
29. “Blue Suede Shoes”, ELVIS PRESLEY (CARL PERKINS)
28. “Higher Ground”, RED HOT CHILI PEPPERS (STEVIE WONDER)
27. “Take Me To The River”, TALKING HEADS (AL GREEN)
26. “Proud Mary”, IKE AND TINA TURNER (CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL)
25. “Where Did You Sleep Last Night”, NIRVANA (Traditional, LEAD BELLY)
24. “Love In Vain”, THE ROLLING STONES (ROBERT JOHNSON)
23. “Hard To Handle”, BLACK CROWES (OTIS REDDING)
22. “Statesboro Blues”, THE ALLMAN BROTHERS BAND (BLIND WILLIE MCTELL)
21. “I Heard It Through The Grapevine”, CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL (MARVIN GAYE)
20. “Young Man Blues”, THE WHO (MOSE ALLISON)
19. “(I Can’t Get No) Satisfaction”, DEVO (THE ROLLING STONES)
18. “Not Fade Away”, THE ROLLING STONES (BUDDY HOLLY AND THE CRICKETS)
17. “Knockin’ On Heaven’s Door”, GUNS N’ ROSES (BOB DYLAN)
16. “Ain’t That A Shame”, CHEAP TRICK (FATS DOMINO)
15. “With A Little Help From My Friends”, JOE COCKER (THE BEATLES)
14. “The Man Who Sold The World”, NIRVANA (DAVID BOWIE)
13. “Little Wing”, STEVIE RAY VAUGHAN AND DOUBLE TROUBLE (THE JIMI HENDRIX EXPERIENCE)
12. “Hound Dog”, ELVIS PRESLEY (“BIG MAMA” THORNTON)
11. “Jolene”, THE WHITE STRIPES (DOLLY PARTON)
10. “Respect”, ARETHA FRANKLIN (OTIS REDDING)
9. “You Really Got Me”, VAN HALEN (THE KINKS)
8. “The House Of The Rising Sun”, THE ANIMALS (Traditional)
7. “Mr. Tambourine Man”, THE BYRDS (BOB DYLAN)
6. “Hallelujah”, JEFF BUCKLEY (LEONARD COHEN)
5. “Crossroads”, CREAM (ROBERT JOHNSON)
4. “I Fought The Law”, THE CLASH (THE CRICKETS, BOBBY FULLER FOUR)
3. “Hurt”, JOHNNY CASH (NINE INCH NAILS)
2. “Twist And Shout”, THE BEATLES (THE TOP NOTES, THE ISLEY BROTHERS)
1. “All Along The Watchtower”, THE JIMI HENDRIX EXPERIENCE (BOB DYLAN)

Publicado por Agê em 20:33 > Comentaí:
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Domingo, Janeiro 08, 2012



Anúncio de jornal que fiz para a Unimed-Limeira, em setembro de 1999, em homenagem ao 173º aniversário de Limeira /SP. Mais um trampo que saiu do fundo do baú da extinta e saudosa Raph Comunicações.

Publicado por Agê em 10:10 > Comentaí:
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Havia um rapaz cujo irmão mais novo era meio tantã. Certo dia, ele estava se arrumando para sair com a namorada quando o irmão tantã pergunta:
- On cê vai?
- Vou sair com minha garota.
- Vô cocê!
- Não vai, não!
E a mãe, com aquele enorme zelo pelo filho doente, interpela:
- Vai levar o seu irmão, sim! Ele é diferente e precisa de atenção.
Assim, o irmão mais velho levou-o para o encontro.
Chegando lá, conversa vai, conversa vem, ele começa a beijar a namorada... quando o irmãozinho diz:
- Qué também!
- Quer o quê? Beijá-la! Nem pensar...
E a moça, com pena, responde:
- Não tem problema amor, é só um beijinho. Ele é doente.
E o louquinho lasca um beijo na namorada do irmão.
No outro dia:
- On cê vai?
- Dar uma volta com minha namorada...
- Vô cocê!
- Não, hoje não!
E a mãe:
- Ah, meu filho, leva seu irmão, vai! Ele é doente...
Então o irmão mais velho, impaciente, leva-o para sair de novo. E, no meio da bagunça, o louco vê seu irmão bolinando os seios da namorada.
- Qué fazê isso também!
- Nem pensar! Não, não e não!
E a namorada:
- Só um pouquinho, meu bem. Ele é doentinho...
E o louco mete as mãos nos seios da moça.
No outro dia, enfurecido, o irmão mais velho se arruma para sair com a namorada, quando:
- On cê vai?
- Vou dar a bunda!
- Demora não, tá?

Publicado por Agê em 10:09 > Comentaí:
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Segunda-feira, Janeiro 02, 2012



Estes anúncios que a agência BOX, da Lituânia, criou para um festival de filmes hollywoodianos sobre corrupção esbanjam personalidade e crítica social. Show de bola!

Publicado por Agê em 11:22 > Comentaí:
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OS MELHORES E OS PIORES SUPERGRUPOS DO ROCK
> Whiplash, Diego Camara, ago.09

A matéria abaixo foi originalmente publicada na Metal Hammer.
O THEM CROOKED VULTURES tocou na noite passada como suporte (abertura) de uma banda que nós não devemos proferir (ARCTIC MONKEYS). E isso nos fez pensar... nos melhores supergrupos de todos os tempos!

> VELVET REVOLVER (Slash, Duff McKagan, Matt Sorum, Scott Weiland e Dave Kushner)
> AUDIOSLAVE (Chris Cornell, Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk)
> TEMPLE OF THE DOG (Jeff Ament, Matt Cameron, Chris Cornell, Stone Gossard, Mike McCready e Eddie Vedder)
> FANTOMAS (Mike Patton, Buzz Osborne, Trevor Dunn, Dave Lombardo e Dale Crover)
> MAD SEASON (Barrett Martin, Mike McCready, John Baker Saunders e Layne Staley)
> TONY IOMMI’S FUSED (Tony Iommi, Glenn Hughes, Kenny Aronoff e Bob Marlette)
> PROBOT (Dave Grohl, Cronos, Max Cavalera, Lemmy Kilmister, Lee Dorrian e Jack Black)
> THEM CROOKED VULTURES (Josh Homme, John Paul Jones e Dave Grohl)
> CHICKENFOOT (Sammy Hagar, Joe Satriani, Michael Anthony e Chad Smith)
> HEAVEN & HELL (Ronnie James Dio, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice)
> THE HIGHWAYMEN (Johnny Cash, Waylon Jennings, Willie Nelson e Kris Kristofferson)
> HELLYEAH (Chad Gray, Greg Tribbett, Tom Maxwell, Bob Zilla e Vinnie Paul)
> NAILBOMB (Max Cavalera e Alex Newport)
> A PERFECT CIRCLE (Maynard James Keenan, Billy Howerdel, Josh Freese, James Iha e Jeordie White)
> ROADRUNNER UNITED (Joey Jordison, Matt Heafy, Dino Cazares, Robb Flynn e Jason Suecof)
> SOD (Scott Ian, Dan Lilker, Charlie Benante e Billy Milano)

E também os piores supergrupos da história!

> BAD ENGLISH (John Waite, Neal Schon, Jonathan Cain, Ricky Phillips e Deen Castronovo)
> ROUGH DIAMOND (David Byron, Clem Clempson, Willie Bath, Damon Butcher e Geoff Britton)
> CONTRABAND (Bobby Blotzer, Michael Schenker, Tracii Guns, Share Pedersen e Richard Shack)
> AUDIOSLAVE (Chris Cornell, Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk)
> GOGMAGOG (Paul Di’Anno, Pete Willis, Janick Gers, Neil Murray e Clive Burr)
> ZWAN (Billy Corgan, Paz Lenchantin, Matt Sweeney, David Pajo e Jimmy Chamberlin)
> DAMNOCRACY (Sebastian Bach, Ted Nugent, Scott Ian, Evan Seinfeld e Jason Bonham)
> METHODS OF MAYHEM (Tommy Lee, Kai Marcus, DJ Aero e Will Hunt)

Sim, o AUDIOSLAVE está nas duas listas. A banda dividiu com sucesso as opiniões nas torres Hammer (onde fica a redação da Metal Hammer).

Publicado por Agê em 11:19 > Comentaí:
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