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Agê Bottene

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8.10.1972

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Domingo, Maio 13, 2012



Este foi o anúncio aprovado e veiculado, em julho de 2000, que fiz para a Galzerano, quando trabalhava na extinta Raph Comunicações. Só não me lembro mais em qual revista saiu...

Publicado por Agê em 09:08 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 09:07 > Comentaí:
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Sábado, Maio 12, 2012



Como diz o velho e sensato ditado, em casa de ferreiro o espeto é de pau. Mas a Publicis Life Brands Resolute de Londres, na Inglaterra, caprichou no anúncio. Não é nada original – a mesma ideia já foi adaptada para canetas, pincéis, borrachas etc – mas que o anúncio ficou classudo, ficou!

Publicado por Agê em 12:44 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 12:43 > Comentaí:
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Domingo, Maio 06, 2012



Imponentes e criativos esses anúncios que a australiana GPY&R criou para enaltecer o trabalho da Royal Australian Navy.

Publicado por Agê em 10:45 > Comentaí:
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INFERNO DE AMAR: 12 FILMES PARA O ‘DIA DOS NAMORADOS’
> Boca do Inferno, Marcelo Milici, jun.11

Ah, “Este Inferno de Amar”! Sentimento que atormentou poetas como Almeida Garret e diversos autores do ultra-romantismo, que explicitavam o seu “medo de sofrer de amor”, como Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu. Dizem por aí que Deus criou o amor e o Diabo apenas o tornou quente! A verdade incontestável é que o amor e o inferno caminham lado a lado, tornando-se impossível conhecer um sem ser levado a outro. Não é à toa que os filmes de terror sempre dialogam com esse sentimento em produções que são memoráveis sem apelar para a pieguice.
Desde películas envolvendo amores shakespearianos – com criaturas de espécies diferentes - até assassinos em série, mortos-vivos, vampiros e fantasmas que se apaixonam, com o amor trazendo um tempero especialmente sangrento às histórias de terror. Basta lembrar que o sentimento derrubou King Kong no Empire State, fez Vlad Tepes se voltar contra Deus e serviu de inspiração para sequestros e torturas, obsessão e violência...
Aproveitando essa época comercial do ano, o Boca do Inferno resolveu preparar uma lista de produções que podem apimentar o seu Dia dos Namorados e que justificam o fato do coração ser sempre pintado de vermelho. Ainda não é uma relação definitiva, pois muitas produções mereciam ocupar um lugar nela, mas iremos completá-la nas próximas edições, com a sua sugestão. Pegue sua taça de vinho e divirta-se!

1. DRÁCULA, DE BRAM STOKER (BRAM STOKER'S DRACULA, 1992)
“O amor nunca morre”. O conde dos dentes afiados não teve sua origem contada exatamente como o autor apresentou em sua obra original; Francis Ford Coppola resolveu romantizar o texto de Bram Stoker, dando uma pitada poética, mas sem esbarrar no sentimentalismo banal, trazendo cenas de horror impressionantes e inesquecíveis. É claro que Drácula já havia tido filmes mais consagrados nos tempos áureos da Hammer, por exemplo, porém, foi esta produção do início da década de 90 que deu um trato especial à história do vampiro, com um excelente elenco, trilha sonora e efeitos especiais.

2. DEIXE ELA ENTRAR (LET THE RIGHT ONE IN, 2008)
A história de amor de Eli e Oskar foi, ao mesmo tempo, bonita e assustadora! Um amor ingênuo, inocente, mas que precisa se alimentar de sangue humano para continuar existindo. A pequena e andrógina Eli teve a sorte de morar ao lado de um garoto tímido e bobo, capaz de aceitar as diferenças a ponto de mudar sua visão do mundo pelo amor de uma criatura da noite. Uma produção excelente, uma lição de vida e morte!

3. A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS 3 (RETURN OF THE LIVING DEAD III, 1993)
“Ela morreria por você”. O que chama a atenção no filme de Brian Yuzna é o mesmo que moveu Louis Creed em CEMITÉRIO MALDITO: a incapacidade de aceitar a morte. Como um sentimento tão bonito e verdadeiro pode ser interrompido quando o coração para de bater? Assim, o jovem Curt Reynolds usou os experimentos do governo para trazer sua amada de volta, embora não imaginasse que ela fosse capaz de se alimentar de carne humana. Julie Walker se transformou numa morta-viva bela, sexy, um fetiche para os amantes do gore, uma personagem imortalizada pelo seu visual bizarro e seu amor necrófilo.

4. PELO AMOR E PELA MORTE (DELLAMORTE DELLAMORE, 1994)
A profissão de Francesco Dellamorte é ingrata: enterra os mortos... e depois mata-os para enterrá-los novamente. Ele tem o azar de trabalhar de coveiro num cemitério onde os mortos voltam à vida, ou seja, um herói que salva a cidade sem que ninguém saiba de sua existência. Mas onde está o amor? Pois o rapaz se apaixona por uma mulher que tem o costume de visitar o túmulo de seu marido e tenta esconder sua “profissão”, embora os mortos insistam em querer atrapalhar essa união. Repleto de surpresas num roteiro extremamente ousado e inovador, o filme mostra a angústia de um homem que não consegue se desvencilhar da morte, mesmo quando o amor acontece. Sensacional filme de Michele Soavi!

5. A NOIVA DE FRANKENSTEIN (BRIDE OF FRANKENSTEIN, 1935)
Mary Shelley resolve apresentar uma continuação para seu romance, imaginando como seria uma companheira para a criatura desenvolvida pelo Dr. Frankenstein. Enganaram-se aqueles que pensavam que o monstro havia morrido no velho moinho; ele está vivo e sofrendo com a solidão e o preconceito! Assim, o cientista louco tem a ajuda de Dr. Pretorius para trazer uma versão feminina do monstro, mesmo não sabendo se ela gostará de seu parceiro construído a partir de restos de cadáveres. Clássico absoluto, dirigido por James Whale e com Boris Karloff no papel que o consagrou, serviria de inspiração para outras “noivas”, como A NOIVA DO MONSTRO, AS NOIVAS DO VAMPIRO, A NOIVA DO RE-ANIMATOR e até a sátira A NOIVA DE CHUCKY, mostrando o poder feminino na arte de assustar!

6. TROMEO AND JULIET (idem, 1996)
A produtora Troma trouxe o que há de mais insano, bizarro e punk numa versão extremamente bizarra da história de Shakespeare. Todo o romantismo da obra original é deixado de lado num festival de loucuras e tosquices que só poderia ter o comando de Lloyd Kaufman. E o que esta produção faz nesta lista? Porque atrás de toda essa narrativa esquisita ainda se esconde uma história de amor, além da produção ser divertida, criativa e surreal. Recomendado para aqueles que acreditam que o amor pode ser um sentimento difícil de ser explicado.

7. AUDITION (ÔDISHON, 2000)
Amor e dor rimam de uma forma interessante em AUDITION, um dos melhores trabalhos do cineasta Takashi Miike. Um homem decide encontrar sua futura esposa através de uma audição para um filme que não existe. Conhece a linda, doce e frágil Asami, por quem se apaixona perdidamente e resolve apostar na garota como a pretendente ideal, porém, o passado desconhecido da jovem revela acontecimentos traumáticos que conduzem para um palco de torturas capazes de deixar qualquer um sem ar. Uma obra-prima do cinema oriental que merece uma conferida pelos apreciadores do gênero. Imperdível!

8. MAY – OBSESSÃO ASSASSINA (MAY, 2002)
“Tenha cuidado... ela pode levar o seu coração.” Todas as pessoas possuem defeitos! Para a jovem e problemática May, ainda existe uma chance de encontrar a pessoa perfeita mesmo que para isso ela tenha que criar seu próprio companheiro. Assim, ela observa as “qualidades” de cada pessoa com quem se relaciona e resolve retirar essas partes para montar a pessoa ideal, numa versão moderna e ainda mais doentia de Frankenstein. Bullying, preconceito, assassinatos e amputação fazem deste filme de Lucky McKee um filme necessário para aquelas pessoas que só valorizam a parte física.

9. DIA DOS NAMORADOS MACABRO (MY BLOODY VALENTINE, 1981)
Lá nos primórdios dos slashers, quando os assassinos procuravam datas para realizar seus atos, um slasher rivalizava com SEXTA-FEIRA 13 (PARTE 2) o interesse dos espectadores. Ainda que seja irregular, DIA DOS NAMORADOS MACABRO é, sem dúvida, a produção que melhor respira a data ao concentrar suas ações num assassino minerador e um triângulo amoroso. Ainda hoje, é impossível não se lembrar da cena em que aparece um coração dentro de uma caixa de bombons e os versinhos sangrentos que explicitavam sua vingança sangrenta. Devido aos cortes, é conhecido como um filme sem exageros, bem contrário ao remake gráfico lançado em 2009.

10. FOME ANIMAL (BRAINDEAD, 1992)
Bem sugerido pelo infernauta Mário Oliveira, trata-se de uma das produções mais sangrentas do gênero, quando Peter Jackson ainda era uma promessa como diretor de blockbuster. No meio de tantos absurdos e cenas gore, há uma história de amor envolvendo o atrapalhado e apaixonado Lionel e a comerciante Paquita, tendo que enfrentar uma legião de zumbis depois que a mãe super protetora do rapaz é mordida por um macaco-rato da Sumatra. E ainda tem uma das cenas mais nojentas do gênero, envolvendo a relação entre uma enfermeira e um padre-zumbi, gerando um bebê maldito e sarcástico. Aliás, esse macaco é uma ótima sugestão de presente nesta data especial...

11. THE LOVED ONES (idem, 2009)
Dirigido e roteirizado por Sean Byrne, este é um dos exemplares atuais e que segue a cartilha dos torture porn, com uma grata supresa na sequência final. Brent recusa o convite de Lola para ser sua parceira de dança no Baile de Formatura e acaba sendo sequestrado pela garota e seu pai, uma dupla insana que promete realizar uma festa particular para a jovem regada a muita tortura e sangue. Essa obsessão da garota pela formatura e por um companheiro trazem cenas fortes de violência, enquanto o rapaz tenta entrar no jogo proposto, e culmina num encontro com zumbis “reais” na luta pela sobrevivência. Há também uma certa dose de incesto para tornar tudo ainda mais doente e sádico.

12. DEADGIRL (idem, 2008)
Exibido no SP Terror, esta produção, sugerida pela internauta Marcela, traz uma ideia interessante envolvendo o encanto de um rapaz por uma garota-zumbi. Depois que dois amigos encontram uma morta-viva num manicômio abandonado, a curiosidade se transforma em obsessão quando os jovens percebem que não conseguem se afastar da garota. Um deles se envolve ao extremo com a cadáver animada que resolve cometer atos de necrofilia e espalhar a novidade para os amigos, enquanto o público se sente perturbado e, ao mesmo tempo, comovido pela situação. Algo que lembra em menor escala ao extremo NEKROMANTIK, de 1987, e que poderia muito bem ocupar um lugar nesta lista.

Publicado por Agê em 10:32 > Comentaí:
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Sábado, Maio 05, 2012



Não entendi direito o contexto destes anúncios que a Leo Burnett da Arábia Saudita criou para um serviço de TV a cabo, mas as ilustras são um show à parte!

Publicado por Agê em 15:20 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 15:18 > Comentaí:
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Terça-feira, Maio 01, 2012



Na minha opinião, não adianta nada criar anúncios conceituais cheios de sutilezas para tentar salvar o que ainda resta do meio ambiente no planeta. O ser humano é egoísta por natureza e, no máximo, fará algo apenas pelo meio ambiente onde convive. Eu gosto mesmo é quando mostra-se a ferida. E esses anúncios que a Leo Burnett de Sydney, na Austrália, criou para a Fundação Surfrider, mostram que o buraco é mais embaixo... bem mais embaixo.

Publicado por Agê em 10:09 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 10:07 > Comentaí:
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Domingo, Abril 29, 2012



Como o cliente desistiu do anúncio de página dupla, aceitou a sugestão da agência de produzir um anúncio de página simples. Eis os melhores layouts que fiz na ocasião, em julho de 2000...

Publicado por Agê em 09:56 > Comentaí:
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VW FUSCA: Suas linhas curvas e simpáticas inspiram graça!
> Webmotors, jun.11

Suas linhas curvas e simpáticas inspiram graça. O design que aproveita a aerodinâmica é resistente, como o casco dos besouros. Não é o acaso que um lembra o outro. O projeto que roda pelos quatro cantos do mundo nasceu da mente criativa de Ferdinand Porsche e sua equipe, foi fabricado pelo governo alemão e, depois da 2ª Guerra Mundial, passou a ser vendido com o apoio dos ingleses. É um modelo de muitas histórias e paixões.
“A primeira coisa que me chamou atenção nos carros foi a forma”, conta o designer gráfico e motorista deste Fusca vermelho. “Desenho carros desde os 7 anos de idade e quando, aos 9, entrei num Fusca, fiquei fascinado”, relembra. “Foi um colega do meu pai que nos deu carona para casa e eu, no banco de trás, ia apreciando o passeio”.
A Alemanha de 1930, a pedido da autoridade máxima, Adolf Hitler, precisava de um carro para o povo - livre tradução para “volkswagen” – portanto, que comportasse uma família de pai, mãe e três filhos (ou dois soldados e um fuzil). E que ainda fosse econômico, forte e barato. O Fusca conseguiu atingir todos os predicados. Foi, e ainda é, o carro de muitas famílias. “Meu pai teve uns 5 ou 6. Já no álbum de casamento ele e minha mãe saíram da igreja em um”, comenta.
Símbolo de praticidade sobre rodas, é o veículo mais fabricado de todos os tempos. Suas linhas permaneceram praticamente inalteradas do primeiro ao último modelo. Considerado de proposta limpa, cuja carroceria é arredondada e simples.
“Quando decidi que ia comprar o meu besouro, queria um em que pudesse andar na cidade. É meu carro de uso entre duas ou três vezes por semana”, diz. Porém, a escolha seguiu uma ordem. Primeiro tinha de ser um Fusca, pois considera as linhas inspiradoras. Depois, da década de 1960, que traz muita referência artística e cultural. Por último, um motor que pudesse andar na cidade de São Paulo sem dar desgosto, portanto, um 1300 - o 1500 surgiu na década de 1970, o Fuscão.
Foi navegando na web há 10 anos que encontrou este exemplar. Marcou de dar uma olhada num dia da semana depois do trabalho. “Lembro muito claramente. Era meu rodízio e fui de metrô, uma correria. Cheguei atrasado e encharcado da chuva, mas valeu muito à pena”, conta. Bateu os olhos e gostou, principalmente pelo tom de vermelho diferenciado que o remeteu diretamente à infância, lá nos anos 1980, quando andou pela primeira vez num fusquinha de carona.
No dia da entrega do carro, o jovem vendedor queria contar um pouco da história do veículo e entregar a alguém que fosse cuidar muito bem dele. Algo que passou de pai para filho, único dono, mas como o pai havia falecido, achou que era hora de passar adiante. Levou o álbum de fotos e, como são as coincidências da vida, “Ei! Esse é o meu pai ao lado do seu. Espera aí...” Pronto. Era o mesmo Fusca que o menino de 9 anos andou...
Em todas as décadas que esteve em produção, suas principais mudanças foram mecânicas e nos detalhes, que entre os fusqueiros significam muito. Oficialmente lançado em 1938, sua última unidade foi produzida no México, em 2003. No Brasil, a primeira remessa chegou em 1950 e passou a ser fabricado em 1953, despedindo-se em 1986. Porém, por uma oportunidade de mercado, voltou em 1993 e saiu de linha oficialmente em 1996.
Desde quando o designer o comprou as únicas coisas que mudou foi o jogo de rodas, que passou para as originais, e incluiu as sobrancelhas nos faróis. Os amigos sabem que o desenho do pequeno muito lhe agrada, portanto, é fácil presentear, “basta me dar um fusca vermelho, tenho uma coleção com vários tipos e tamanhos”, conta com sorriso e revela que pretende fazer uma pequena restauração. “Depois o próximo passo será tirar a placa preta.”, completa.

Causo do Motorista – Na época em que fazia MBA, na saída foi dar carona a uma amiga. Ao parar o carro para deixá-la, dois sujeitos os abordaram para assaltar. Queriam levar a bolsa dela e, quando foi defender, o ladrão resolveu que queria levar o Fusca. Aí o bicho pegou. “O Fusca você não leva, não!” e começou a bater no assaltante. Sorte que os bandidos não estavam armados, porque já saiu batendo, nem pensou em arma, nada. Como era um local movimentado, logo pararam outros carros e os assaltantes fugiram. Hoje avalia o risco que correu, “mas sem mostrar a arma, não deixo levar mesmo” atreve-se.

Fusca 1968 – O modelo brasileiro passa a ter parte elétrica de 12v e a oferecer a caixa de direção lubrificada à graxa, junto com nova suspensão com regulagem de cambagem. Ano das cores azul pastel (azul calcinha), azul real, branco pérola, verde caribe e vermelho granada.
Seu motorista é designer de uma importante marca de roupas e adianta que o besouro está na moda! Podem esperar Fuscas na coleção Primavera-Verão da Handbook!

Publicado por Agê em 09:54 > Comentaí:
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Sexta-feira, Abril 27, 2012



Não curti o conceito destes anúncios que a Y&R de Beijing, na China, criou para a empresa de recursos humanos Wang & Li, mas o estilo das ilustrações realmente chama muito a atenção.

Publicado por Agê em 20:36 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 20:35 > Comentaí:
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Domingo, Abril 22, 2012



Layouts de anúncio de revista com página espelhada que fiz para a Galzerano, em julho de 2000, mas que o cliente desistiu quando viu os custos.

Publicado por Agê em 10:42 > Comentaí:
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COMO FORMAR UMA BANDA DE HARD ROCK EM 69 LIÇÕES
> Whiplash, Carlos Eduardo Corrales, mai.06

Ultimamente temos visto circulando uma grande quantidade de textos satirizando estilos de metal. Normalmente, estes textos são traduções de sites estrangeiros e, pelo que sei, não existe nenhum texto originalmente brasileiro no estilo, então pensei em escrever um satirizando um dos meus estilos preferidos e que ainda não tinha nada semelhante: o hard rock.

1. Você é um ser espiritual muito elevado que já descobriu o sentido da vida: hedonismo e diversão. Seu objetivo é ajudar outras pessoas a alcançar esse patamar. Portanto, seja divertido.
2. Escolha um nome para a banda que seja divertido e perigoso, mas não tanto, mais ou menos como fizeram Scorpions ou Poison. Nomes com conotação sexual e/ou pecaminosa também são bem-vindos. Um bom exemplo é Dr. Sin.
3. Se possível, faça seus shows sempre bêbado. Bêbados são mais divertidos que pessoas sóbrias.
4. Além disso, bêbados podem fazer coisas que pessoas normais não podem, como jogar a TV dos hotéis pela janela.
5. Jogue a TV dos hotéis pela janela.
6. Quando você se tornar um alcoólatra, interne-se em uma clínica de reabilitação e diga que se arrepende de tudo o que fez quando bêbado. Quando tiver alta, volte a beber antes de todos os shows (afinal, estar sóbrio não é divertido) e reinicie o ciclo.
7. Caso você seja o vocalista, NÃO beba antes dos shows. Cantar igual a uma arara já é difícil o suficiente sem ter ingerido álcool.
8. Vocalistas de hard rock têm que passar a vida estudando e se esforçando para manter a forma. Porém, quando perguntarem o que você faz para cuidar da sua voz, responda: “Como muita mulher!”.
9. Guitarristas têm a missão mais difícil, pois têm padrões altíssimos para seguir, como Eddie Van Halen, Jimmy Page, Yngwie Malmsteen e Steve Vai. Estude muito, pelo menos 8 horas por dia. Se perguntarem como você se tornou um virtuoso, veja regra número 8 para saber o que responder.
10. Coma muitas mulheres.
11. Se você for mulher, dê para muitos caras. Lembre-se das palavras de Aldous Huxley: “Promiscuidade é um dever do cidadão”.
12. Sexo grupal é divertido.
13. Faça sexo grupal.
14. Nunca coma a mesma mulher duas vezes. A não ser que seja na mesma noite ou que você tenha esquecido dela (nesse caso, ainda assim, acrescente um número na lista de mulheres com quem você dormiu).
15. Quando você comer a mesma mulher duas vezes (ou mais) na mesma noite, multiplique esse número por cinco e conte essa odisseia na primeira entrevista em que tiver oportunidade.
16. Toda manhã, ao acordar, expulse do quarto do hotel as duas mulheres (no mínimo) que dormiram com você, vire para o leste e reverencie seus deuses: Page, Plant, Blackmore, Gillan, Simmons e Stanley.
17. Após reverenciar seus deuses, reverencie os semideuses (aqueles que são a mistura dos deuses com reles mortais): Coverdale e Van Halen.
18. Feito este ritual matinal, volte a suas ocupações habituais (comer muitas mulheres).
19. Faça músicas sobre como é comer muitas mulheres.
20. Se você for mulher, faça músicas sobre transar com muitos caras. Um bom exemplo é a banda feminina The Donnas e seu hino "40 Boys In 40 Nights".
21. A cada dez músicas sobre sexo, faça uma baladinha sobre amor. Isso é necessário caso você queira continuar comendo muitas mulheres (e você quer).
22. Palminhas. Palminhas são divertidas. Sempre que possível, coloque palminhas nas suas músicas. Clássicos do estilo, como “I Love Rock & Roll” (Joan Jett And The Blackhearts) e "Slow And Easy" (Whitesnake), sempre têm palminhas.
23. "Burn" (Deep Purple) deve ser sua maior fonte de inspiração para músicas pesadas. Já suas baladas devem ser fofas e sentimentais. Suas fontes de inspiração podem ser "Wind Of Change" (Scorpions) e "To Be With You" (Mr. Big). Lembre-se de colocar violões e coraizinhos em todas as baladas.
24. Drogas são permitidas. Músicas sobre drogas também.
25. Sexo, drogas e diversão. "Hell, yeah, bitch"!
26. Depois que você já for um veterano (mínimo aceitável de 15 anos de carreira) e já estiver completamente lesado de tanta droga, pare de usá-las e dê entrevistas dizendo como as drogas são ruins e como você não as recomenda para ninguém. Se precisar de ajuda para inventar essas baboseiras, assista a entrevistas com Kiss ou Ozzy Osbourne.
27. Por outro lado, nunca (e eu realmente digo NUNCA) se arrependa da quantidade de mulheres que você comeu. Sempre que possível, cite um número aproximado nas entrevistas (por aproximado, entenda multiplicado por 5). Entre uma entrevista e outra, aumente pelo menos 100 mulheres nesse número, mesmo que as entrevistas tenham sido feitas no mesmo dia. Gene Simmons domina essa arte como poucos.
28. Faça as músicas mais pesadas que conseguir (cuidado para não se tornar uma banda de metal), mas dê um jeito para o grande público achar que sua banda é acessível. A melhor forma para atingir esse objetivo é colocando apenas as suas baladas no rádio e na MTV. Caso não tenha baladas suficientes, escolha as músicas mais leves e comerciais. Scorpions e Van Halen são mestres nisso, tanto que poucas pessoas sabem quão pesados eles realmente são.
29. Não se leve a sério. Deixe isso para a galera do metal, que canta sobre aço, trovões, honra, dragões, duendes e arco-íris.
30. Seu público fiel é o mesmo do metal. Tenha isso sempre em mente. Não faça a besteira de Aerosmith e Bon Jovi, que ficaram mais pop querendo agradar ao público das rádios e praticamente caíram no esquecimento.
31. Não seja como Steven Tyler e Jon Bon Jovi.
32. Se quiser ser igual a Steven Tyler e Jon Bon Jovi, se baseie apenas na quantidade de mulheres que eles comeram.
33. Seja igual a Gene Simmons.
34. Como o Gene Simmons comeu mais mulheres que Steven Tyler e Jon Bon Jovi, não seja igual a esses dois.
35. Seus refrões devem ser pegajosos e com coraizinhos fofos.
36. Durante os shows, o guitarrista e o baixista devem cantar o coralzinho fofo no mesmo microfone que o vocalista vai cantar o vocal principal.
37. Use roupas coloridas e chamativas. Calças de oncinha, bandanas e camisetas rosas são não apenas permitidas, mas necessárias. Se não gostar de bandanas, você precisa de um penteado tremendão. O mínimo aceitável é encher seu cabelo de laquê, mas se você quiser ser realmente um “hard rocker”, faça um corte igual ao de um poodle.
38. Coloque um sabonete no meio das pernas. Você tem uma reputação a cumprir (a de comedor).
39. Faça biquinhos nas fotos de divulgação.
40. Use batom para deixar seu biquinho mais bonitinho.
41. Não deixe seu biquinho ser confundido com cara de macho. Cara de macho é para as bandas de metal. Se tem algo que você realmente não quer é se passar por machão.
42. Não se incomode quando os caras começarem a dizer que você é gay. Isso é esperado e planejado. Eles têm inveja da quantidade de mulheres que você come.
43. As mulheres vão defender sua masculinidade com unhas e dentes. Prove que elas estão certas comendo-as.
44. Paute sua vida pelas sábias palavras do "manager" do Steel Dragon: “Os homens querem ser você. As mulheres querem dar para você. Seu trabalho é viver a vida com a qual os outros sonham”.
45. Não seja gay. Não que tenha algo de errado com isso, mas gays não costumam comer muitas mulheres.
46. Finja ser gay. Mulheres gostam de caras que parecem ser gays.
47. Coma essas mulheres.
48. Sempre use óculos escuros. Mesmo que você esteja no cinema.
49. Esbanje sua riqueza. Compre mansões, carrões e mulherões.
50. Se você for estadunidense, lembre-se: você toca metal. Você sabe que ninguém mais no resto do mundo considera hard rock e heavy metal a mesma coisa, mas desde quando estadunidenses se preocupam com o resto do mundo?
51. Se você for estadunidense, faça pelo menos duas músicas falando sobre o 11 de setembro. Tragédias são a melhor forma de ganhar mais dinheiro e, consequentemente, mais mulheres.
52. Transformar dinheiro em mulheres é muito fácil. Então ganhe muito dinheiro.
53. Se você não for estadunidense, finja ser. Ninguém consegue ser tão ridículo quanto os estadunidenses. Nenhuma banda de hard rock europeia é tão divertida quanto as estadunidenses, por mais que tentem.
54. Tire fotos de divulgação em frente à bandeira dos Estados Unidos, mesmo que você seja iraquiano.
55. Quando suas vendas diminuírem, diga que a banda acabou porque você não suportava mais seus companheiros e que não existe absolutamente nenhuma chance de vocês voltarem a tocar juntos.
56. Cerca de dois anos depois, anuncie a grande volta da banda (com a mesma formação de dois anos atrás) e lance um disco ao vivo.
57. Depois da turnê para divulgação do disco ao vivo, regrave seu álbum mais famoso, de preferência com guitarras afinadas em ré e vocal mais agressivo. Diga que é um presente para os fãs. Os idiotas costumam achar legal esse tipo de demagogia.
58. Diga pelo menos uma vez por ano que vem para o Brasil, mas cancele na última hora. Twisted Sister e W.A.S.P. são mestres nisso.
59. Faça o possível para não precisar mais compor e gravar músicas novas. Afinal, a quantidade de groupies em um estúdio é muito inferior à quantidade de groupies em um show. Se precisar de inspiração e cara de pau para conseguir fazer isso, lembre-se de Kiss, Whitesnake e Twisted Sister.
60. Músicas inéditas são para fracos que não sabem viver do passado.
61. Sempre que possível, diga que os shows não são por dinheiro, afinal, você já tem milhões de dólares. Sua banda voltou porque existem muitos fãs que não tiveram oportunidade de vê-la antes dela acabar (há dois anos). Isso não será nem uma mentira completa, pois o dinheiro realmente não é a finalidade dos shows, apenas o meio com o qual você vai alcançar o fim almejado (mulheres).
62. Dizer que é tudo pelos fãs = mais dinheiro = mais mulheres = o objetivo da vida.
63. Não case. O casamento costuma atrapalhar o sexo grupal.
64. Sexo grupal é mais importante que casamento.
65. Saia com atrizes pornô. Elas são boas de cama e costumam aceitar sexo grupal mais facilmente. Inspire-se no Mötley Crüe.
66. Se você não curtir atrizes pornô, saia com o elenco de S.O.S. MALIBU. O Tommy Lee fez isso melhor do que ninguém.
67. Grave um filme pornô com as atrizes do S.O.S. MALIBU e lance comercialmente com a desculpa de que ele foi roubado da sua casa.
68. Se possível, chame a Pamela Anderson para estrelar o filme. Se ela já fez isso com Brett Michaels e Tommy Lee, por que não faria com você?
69. 69 é divertido, portanto, pratique com frequência.

Publicado por Agê em 10:29 > Comentaí:
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Sábado, Abril 21, 2012



Ducarái o conceito desse anúncio que a Leo Burnett de Beirute, no Líbano, criou para a Bridgestone.

Publicado por Agê em 13:05 > Comentaí:
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CONHEÇA A HISTÓRIA DO FNM ONÇA: FELINO DE CUORE BRASILEIRO
> Webmotors, jun.11

Para o restaurador Ricardo Oppi, neste setor do antigomobilismo é preciso acreditar e desacreditar de tudo. “Olha, seu Ricardo, tem um carro abandonado perto de casa que o senhor devia dar uma olhada”. Foi assim, através da indicação despretensiosa de um conhecido seu, que descobriu esta raridade: FNM Onça.
O modelo incomum estava esquecido num terreno praticamente baldio nos recôncavos da zona sul da cidade de São Paulo. Depois de muito procurar, encontrou o tal carro. Estava cerca de 40 centímetros aterrado ao chão. Não o reconheceu à primeira vista, mas foi estudando e procurando que deu vida nova ao modelo.
O projeto FNM é de 1966, “época em que se fazia de tudo”, diz. Auge da criatividade e ousadia automobilística brasileira, era comum montar um carro de carroceria em fibra de vidro sobre chassi conhecido. Muitos talentos e modelos surgiram nesta ocasião. Lembrando que tempo é dinheiro, a equipe dessas oficinas não se debruçava o suficiente em prancheta, teste ou aprovações.
A pedido da FNM, Rino Malzone tropicalizou as linhas do Mustang e a fábrica garantiu a potente mecânica Alfa Romeo. Na ocasião, a estatal tinha a concessão de representar a marca italiana no país. O chassi saía da montadora, no Rio de Janeiro, para receber a carroceria feita artesanalmente pela equipe de Malzoni, em Matão, interior de São Paulo. Recebeu o nome de Onça pela sua felina agressividade. “Carro que anda muito, faz curva que é o demônio. Mas para frear o motorista se torna refém, precisaria desenvolver mais.”
Foram fabricados, provavelmente, 5 unidades. “Somente 3 foram localizados: um branco que era de São Paulo e foi para Brasília; um verde-oliva que restaurei e foi para o sul do país; e o vermelho que restaurei e que é de um proprietário de São Paulo. Este ele tem desde zero quilômetro! Existe outro branco que era o do salão, mas segundo informações, se perdeu em uma batida. Falam também de um prata que foi visto no Rio, mas desconhecemos seu paradeiro.”
Oficialmente, pelas pesquisas de venda de fábrica feitas pelo restaurador, só houve saída para São Paulo, mesmo que a fábrica ficasse no Rio. Diz que não é impossível que, com o fim da fábrica, alguém tenha montado a última unidade de forma não oficial, “mas aí não tem como ter certeza sobre o carro”.
Quando a fábrica italiana soube do projeto, que além do seu motor ainda ostentava sua marca na grade dianteira, o cuore, queria suspender o projeto. Para não acabar de imediato com a graça dos brasileiros, pediu que mandassem para matriz algumas unidades para teste. O relacionamento Alfa Romeo e FNM já estava estremecido, resultou com o objetivo alcançado de qualquer forma. Portanto, felizes aqueles que podem desfrutar da beleza deste felino em ocasiões especiais.

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Sexta-feira, Abril 20, 2012



Olhassó que massa o trampo de Terry Border, um verdadeiro artista/fotógrafo: clicaqui!

Publicado por Agê em 20:26 > Comentaí:
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Domingo, Abril 15, 2012



Já comentei aqui, várias vezes, que nos anos 90 os banners eram produzidos (geralmente) a partir de recortes de vinil. Mas com o novo milênio vieram novas possibilidades! Estes layouts que fiz para a Galzerano, em agosto de 2000, quando trabalhava na extinta Raph Comunicações, mostra que os banners impressos estavam virando realidade aqui no interiorzão.

Publicado por Agê em 10:22 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 10:20 > Comentaí:
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Sábado, Abril 14, 2012



Rá! Muito louco esse anúncio que a DDB de Helsinki, na Finlândia, criou para divulgar o novo McShake duplo do McDonald’s.

Publicado por Agê em 16:19 > Comentaí:
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O NOME É BOND, BOND GIRL
> Alfa (Cinema: o bom, o mau e o cool), Claudio Pucci, jun.11

Saiu hoje que a atriz Naomie Harris de PIRATAS DO CARIBE: NO FIM DO MUNDO (ela era aquela bruxa de dentes pretos que se revela algo mais) está em conversações para participar da próxima aventura de James Bond. A morena de 35 anos assume então um papel que já foi disputado por muitas e que ainda tem um certo glamour : ser a Bond Girl (digo isso porque cantar a música-tema já foi sinônimo de sucesso e hoje ninguém lembra quem o fez nas últimas peripécias do famoso 007).
As bond girls mudaram muito desde que o agente secreto surgiu nas telonas, em 1962. Aliás, a bond girl no primeiro filme era a vitaminada Ursula Andress, inesquecível em um biquíni branco e com uma faca a tiracolo. No começo, elas eram bem tolinhas, dependentes de Jimmy, e caíam que nem umas tontas nos xavecos dele. Eis que em GOLDENEYE, a estrutura “bondiana” sofreu uma grande revisão com o aparecimento de uma M (Judi Dench), uma vilã gostosíssima e bem cruel (Famke Janssen) e uma bond girl meio sem graça, mas enfezada (Izabella Scorupco).
Como sou fã dos filmes de James Bond, tomo a liberdade de fazer uma lista muito pessoal das 10 melhores bond girls de todos os tempos. Fique totalmente à vontade para contestar.

1. Daniela Bianchi, como Tatiana Romanova, em MOSCOU CONTRA 007
Bonita, loura, jeitinho de menina, a acanhada Tatiana tem que engolir a vergonha para se atirar na cama de Bond em nome da União Soviética (pelo menos é assim que ela pensava). Bianchi, uma atriz italiana, tinha um sotaque macarrônico tão carregado que não dava para passar por russa e acabou sendo dublada. O mesmo ocorreu com Andress em O SATÂNICO DR. NO.

2. Honor Blackman, como Pussy Galore, em GOLDFINGER
Essa é a grande deusa dos filmes clássicos de 007, apesar de muita gente insistir que Galore é lésbica (não é, ok?). A capanga de Goldfinger era durona, lutava karatê, chefiava um grupo de mulheres aviadoras, mas acaba caindo na ladainha do agente. Num filme em que a belíssima Shirley Eaton acaba pintada de dourado, Blackman domina.

3. Jane Seymour, como Solitaire, em VIVA E DEIXE MORRER
No primeiro filme de Roger Moore como 007, uma aventura juntando vodu com tráfico de drogas, perseguições fantásticas nos Everglades e trilha de Paul McCartney com George Martin, a graciosa Seymour faz uma vidente que, se perdesse a virgindade, ficaria sem seu poder de enxergar o futuro. Bom, depois de conhecer Bond, a menina teve de procurar outro emprego.

4. Barbara Bach, como Anya Amasova, em O ESPIÃO QUE ME AMAVA
A senhora Ringo Starr era linda de dar dó, com um corpinho fantástico (chegou a posar para a Playboy), mas era expressiva como uma tábua de passar roupa. Só que não faz mal. Sua agente russa que quer matar Bond para vingar a morte do marido e acaba na cama com ele, é inesquecível.

5. Carole Bouquet, como Melina Havelock, em SOMENTE PARA SEUS OLHOS
Eu arriscaria dizer que é a mais bonita bond girl de todas as 22 aventuras oficiais. Bouquet, uma francesa que aparecera em ESSE OBSCURO OBJETO DE DESEJO, de Buñuel, também interpreta uma garota sedenta de vingança pela morte dos pais. Lá pelas tantas, ela até salva Bond do perigo.

6. Fiona Fullerton, como Pola Ivanova, em NA MIRA DOS ASSASSINOS
O filme era ruim de doer, Tanya Roberts era ruim de doer (anos depois ela faria THAT’S 70’S SHOW e, em um episódio, aparece com várias ex-bond girls), o vilão era ruim de doer, mas, lá pelas tantas, Bond é seduzido por uma russa na banheira e nosso queixo cai. Detalhe, a loura Fiona é nigeriana de nascimento. Exótico, né?

7. Famke Janssen, como Xenia Onatopp, em GOLDENEYE
A já citada Janssen teve uma das melhores personagens de toda a mitologia de Bond. Para começar, pelo nome (uma brincadeira com “on top”, ou – se você não manja da língua do bardo – ela fica por cima). Depois, porque sua psicótica Xenia mata os homens durante a transa, esmagando as costelas do infeliz. O cara morre sorrindo, mas parafraseando 007, não é sexo seguro.

8. Denise Richards, como Christmas Jones, em O MUNDO NÃO É O BASTANTE
A maior ‘forçação’ de barra dos filmes de Bond foi Sean Connery se disfarçar de japonês em SÓ SE VIVE DUAS VEZES. A segunda é a deliciosa Richards (ex-senhora Charlie Sheen) como cientista nuclear. E a melhor frase do filme: depois da transa, Bond solta “I thought Christmas only came once a year!” (se você não manja da língua do bardo, problema seu. É intraduzível).

9. Halle Berry, como Jinx, em UM NOVO DIA PARA MORRER
Halle Berry repete a famosa cena de Ursula Andress em O SATÂNICO DR. NO, desta vez com um biquíni laranja, e entra para o rol de cenas mais marcantes, sexys e provocativas da história do cinema. A gente não pode deixar de destacar também a bela e gélida Rosamund Pike, como Miranda Frost. Ou seja, o filme agradava a fãs de morenas e de louras.

10. Olga Kurylenko, como Camille, em QUANTUM OF SOLACE
Só nos filmes de Bond uma ucraniana pode fazer papel de boliviana. E só nos filmes de Bond uma mulher maravilhosa, com um corpo escultural, olhos de derreter estátua e que faz questão de aparecer nua em todos os filmes que faz, passa 106 minutos vestida.

Publicado por Agê em 16:10 > Comentaí:
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Quinta-feira, Abril 12, 2012



Interessante o conceito destes anúncios que a Lowe & Partners de Singapura criou para divulgar a maciez das roupas depois que são lavadas com o produto da Breeze. As montagens ficaram meio forçadas, mas a ideia é muito boa.

Publicado por Agê em 20:55 > Comentaí:
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Publicado por Agê em 20:54 > Comentaí:
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Terça-feira, Abril 10, 2012



Singelos, óbvios, mas deliciosamente minimalistas estes anúncios que a indiana RMG-JWT criou para divulgar o novo sensor de sorrisos da câmera fotográfica Finepix F70, da Fuji.

Publicado por Agê em 20:39 > Comentaí:
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Domingo, Abril 08, 2012



Essa molecada de hoje acha que a gente exagera quando conta que, há pouco mais de 10 anos, os banners eram feitos com recortes de vinil, não com impressão colorida como hoje em dia. É por isso que acho divertido pescar esses trampos no meu baú publicitário e relembrar dos bons e velhos tempos. Mas que hoje em dia é muito melhor, ah, isso é!

Em tempo: esse personagem que criei para os materiais internos da ArvinMeritor chamava-se Melhorildo.

Publicado por Agê em 07:59 > Comentaí:
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É literalmente amedrontador, mas não dá pra contestar toda a beleza desse fenômeno da natureza. Ainda bem que não temos vulcões aqui no Brasilzão... < clicaqui >

Publicado por Agê em 07:57 > Comentaí:
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